MIL NOVECENTOS E NOVENTA E DOIS
Nos ventos da LIBERDADE
Em marés de JUSTIÇA
Em torrentes de BONDADE
Acreditei um dia
Que meus Filhos
Não sentiriam
O frio da Amargura
O calor da Ansiedade
O medo das Injustiças.
Acreditei em Ti
POVO DE PORTUGAL
Acreditei...
E acredito.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada pelo seu comentário! Ele será publicado depois de eu o ter lido :)
Volte sempre.