Quisera ser criança toda a vida,
Para saltar muros
E poder chorar.
Para continuar a rir
E poder cantar.
Para saltar,
De braços abertos para o céu
E colher flores.
Para acreditar nos homens
E sentir o vento
E o cheiro a terra.
Para poder apanhar a chuva
E sentir a primavera.
E, em cada dia que passa,
Sentir que vale a pena viver.
Mas eu já não sou criança,
E já não salto muros.
E já não rio.
E também já não canto.
E já não creio nos homens.
E já não sinto o vento
E o cheiro da terra.
Já nem sei amar…
A minha primavera,
Já morreu.
Agora,…já nem sei chorar.
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