domingo, 14 de outubro de 2012

MIL NOVECENTOS E OITENTA E SEIS


No PORTUGAL NOVO
Que tantas esperanças me deu
Já vi fome
E vi miséria
Já vi medo
E vi terror
Vi honestos (muito poucos)
Desonestos (às centenas)
Vi “fascistas” progressistas
Vi por terra
A minha Esperança
Vi pisada
A minha Fé
Neste PORTUGAL NOVO
Que tantas esperanças me deu.

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